segunda-feira, 29 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada
Diante do intenso tráfego de veículos no Hipercentro de Belo Horizonte, surge a necessidade de se criar novas opções viárias. É com base nessas premissas que fizemos uma reflexão á respeito da reivindicação do espaço público.
Sendo assim, pensamos em uma intervenção urbana que possa transformar esse trânsito caótico, gerando um questionamento sobre a cidade. Dentro disso, surge então, um novo meio de transporte:
A BICICLETÁXI
Adesivos:
Ariane Barros
Isabella Almeida
Joyce Puff
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Arquitetura Parasita
Na sombra do poste
(e do "post")
Eu e a minha mania de ficar observando os interstícios do cotidiano. Era um sábado às 09:00hrs da manhã, mas o sol já estava castigando. Ainda não tinha tido nenhuma ideia pro post, foi quando, num gesto súbito, sentindo o incômodo do calor e a sensação da pele queimando, me escondi na sombra de um poste e logo em seguida percebi que as pessoas que estavam ali, esperando, assim como eu, a chegada do "seu" ônibus, estavam todas enfileiradas na sombra desse poste. Foi aí que surgiu a ideia!
Me afastei pra tirar fotos (as pesssoas a voltam olhavam desconfiadas)
e tive a ideia de fazer "placas" que poderiam ser abertas, assim que os
pedestres sentissem necessidade se proteger do sol.
E ao pesquisar melhor, descobri que essa cena se repete bastante por aí, afinal, muita gente já experimentou,
num dia de sol escaldante,
ficar em fileira na sombra de um poste,
à espera do transporte em algum ponto da cidade.
DAD 1 : PLANTA, CORTE E FACHADA
Representação - Photo Match
(e do "post")
Eu e a minha mania de ficar observando os interstícios do cotidiano. Era um sábado às 09:00hrs da manhã, mas o sol já estava castigando. Ainda não tinha tido nenhuma ideia pro post, foi quando, num gesto súbito, sentindo o incômodo do calor e a sensação da pele queimando, me escondi na sombra de um poste e logo em seguida percebi que as pessoas que estavam ali, esperando, assim como eu, a chegada do "seu" ônibus, estavam todas enfileiradas na sombra desse poste. Foi aí que surgiu a ideia!
Me afastei pra tirar fotos (as pesssoas a voltam olhavam desconfiadas)
e tive a ideia de fazer "placas" que poderiam ser abertas, assim que os
pedestres sentissem necessidade se proteger do sol.
E ao pesquisar melhor, descobri que essa cena se repete bastante por aí, afinal, muita gente já experimentou,
num dia de sol escaldante,
ficar em fileira na sombra de um poste,
à espera do transporte em algum ponto da cidade.
DAD 1 : PLANTA, CORTE E FACHADA
Representação - Perspectiva
Representação - Photo Match
sexta-feira, 29 de março de 2013
Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada
Bicicletáxi
O conceito da Bicicletáxi é: Um meio de transporte não poluente, acessível, simpático e sem dúvida, mais barato que os veículos tradicionais. Inspirado nos rickshaws indianos, o curioso veículo funciona de uma maneira bem simples: um triciclo com assento para o “motorista” e mais duas pessoas.
Pelo mundo, faz sucesso em diversas cidades, não somente para passeios turísticos, mas como um transporte barato, não poluente, e de quebra, com uma vista interessante, já que normalmente não possui portas ou janelas.
Além disso, dependendo do trajeto, a bicicletáxi chegaria antes, já que consegue evitar congestionamentos.
Diversas cidades já oferecem o serviço e a nossa ideia seria inserir isso no atual contexto de BH: bicicletas circulando democraticamente entre os carros, ônibus e motocicletas, promovendo uma mobilidade mais ágil e demonstrando nosso amor pela cidade.
Pra finalizar um vídeo de uma música que ilustra bem nossa ideia:
"Mobilidade pelo mundo...
amabilidade! "
Grupo:
Ariane Barros
Joyce Puff
Isabella Almeida
quarta-feira, 13 de março de 2013
Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?
Arthur Bispo do Rosário: a relevante arte de um esquizofrênico
Baseada na biografia e nas obras
de Arthur Bispo do Rosário,eu digo que sim.
Ele viveu recluso durante 50 anos,
em um hospital psiquiátrico e foi em um quartinho
apertado que produziu um dos mais intigrantes
conjunto de obras do país.
O sergipano, para reconstituir o mundo,
produzia sem parar, mesmo sob forte
medicação e choques elétricos.
Os companheiros de manicômio o ajudavam
na missão, buscando entulhos e papelões
que serviriam para seu trabalho.
Às vezes ficava meses sem sair do
quarto, numa jornada de 16, 18 horas
por dia.
Mas apesar de sua genialidade,
não se dava o crédito:
“São as vozes que me mandam fazer
desta maneira”.
Era um homem sério, de poucas palavras.
Gostava de andar limpo e ficava semanas
sem se alimentar.
Sentia-se um enviado de Deus,
uma espécie de Cristo.
Como Bispo produzia objetos com diversos
tipos de materiais oriundos do lixo e da sucata, acredito que
em outros contextos a arte dele fosse considera nada mais que lixo.
Ele utilizava sobretudo algodão, mas materiais como
madeira, concreto, linha, plástico, metal e vidro
também podem ser observados nas obras.
Trigésima Bienal de Artes de São Paulo - A iminência das poéticas
PPPP - PRODUCTOS PERUANOS PARA PENSAR
Um coletivo peruano formado por um homem só, Alberto Casari.
Na instalação intitulada: "Esta indescritível sensação marinha", sete telas em branco são dispostas uma ao lado da outra.
Os materiais utilizados para a pintura? Água do mar sobre tela. Numa tentativa de atingir uma arte "realista" e questionar o que o termo poderia significar (o que pode representar melhor o mar do que uma tela banhada com suas águas?), a sala dedicada ao PPPP apresenta ainda outras peças que completam seu raciocínio.
Uma série de 7 caixas para o transporte de obras de arte vazias, bem como outras 7 telas explicando como foi o processo de montagem e a ideia do coletivo. Na parede a inscrição: "Se são artes visuais, porque os artistas fazem coisas que nos obrigam a ficar lendo?".
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